A iniciativa da SUCOM resultou na abertura de 38 processos de TVL.
A sala da Escola Municipal João Fernandes da Cunha, no Parque São Cristóvão, estava cheia de representantes de terreiros de todas as partes da cidade. Todos em busca da regularização do funcionamento das suas casas. Antes da abertura dos processos, houve um debate para tratar da intolerância religiosa e de outros temas relacionados ao público-alvo do encontro.
A vereadora Olívia Santana compôs a mesa ao lado da subgerente de informações e sistemas da SUCOM, Adriana Costa, e de representantes de movimentos em prol da igualdade racial. Olívia chamou a atenção para a responsabilidade do poder público neste tipo de ação. "É papel do executivo atender a esta parcela da sociedade historicamente discriminada e promover um regime de igualdade no tratamento destas questões", declarou.